Último dia do ano, amanhã um novo (re)começo?
31 de dezembro, véspera de ano novo, a partir das 24 horas de hoje, deixaremos 2006 para trás e enfretaremos 2007 de peito aberto. Um novo (re)começo desdobra-se a nossa frente, novas esperanças, novos sonhos, realizações de alguns, projetos surgiram no próximos passos que daremos e qual o balanço que podemos fazer do ano que se finda?
Na madrugada de 30 para 31 tivemos uma amostra do comportamento humano que impregna a quase todos, a execução do ditador Sadam Hussein (ressaltando que não defendo a ideologia de ninguém nesse ponto), porém o que me questiono é a válidade do julgamento, modo de execução e até a data da execução.... Para os que se lembram um pouco da nossa recente história mundial, até pouco tempo atrás o juiz-jurí-executor do ditador era seu aliado. E boa parte dos crimes que lhe foram imputados tinham o apoio do mesmo aliado, mesmo que disfarçadamente.
O que venho refletir nesse texto não é a defesa desta ou daquela pessoa, mas sim como a cada dia que passa nos tornamos menos humanos, adoramos julgar o próximo, porém não julgamos a nos mesmos, sejamos muçulmanos, cristãos, budistas, hare-krishna, ou qualquer outra ideologia religiosa que exista e possa ter esquicido.
Vamos refletir sobre o nosso papel 'humano' e sigamos para um novo ano com um papel diferente que tenhamos executado no ano que se finda.
Na madrugada de 30 para 31 tivemos uma amostra do comportamento humano que impregna a quase todos, a execução do ditador Sadam Hussein (ressaltando que não defendo a ideologia de ninguém nesse ponto), porém o que me questiono é a válidade do julgamento, modo de execução e até a data da execução.... Para os que se lembram um pouco da nossa recente história mundial, até pouco tempo atrás o juiz-jurí-executor do ditador era seu aliado. E boa parte dos crimes que lhe foram imputados tinham o apoio do mesmo aliado, mesmo que disfarçadamente.
O que venho refletir nesse texto não é a defesa desta ou daquela pessoa, mas sim como a cada dia que passa nos tornamos menos humanos, adoramos julgar o próximo, porém não julgamos a nos mesmos, sejamos muçulmanos, cristãos, budistas, hare-krishna, ou qualquer outra ideologia religiosa que exista e possa ter esquicido.
Vamos refletir sobre o nosso papel 'humano' e sigamos para um novo ano com um papel diferente que tenhamos executado no ano que se finda.





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